ECLIPSE NA EXECUSSÃO DO PROGRAMA NACIONAL DE COMBATE A POBREZA

Publié le par LUVUVAMO YALA DAMBA

047Sendo o Povo angolano chamado a fiscalizar a execussão desse programa Nacional de combate a pobreza, a primeira vontade que se apresenta como exigência é solicitar ao executivo angolano e a comissão criada no sentido de implementação de tudo quanto vem programado, o fornecimento de todas as informações necessárias e inerentes.

 

VERBAS PARA MUNICÍPIOS - Rosa Pacavira, membro da Comissão Nacional de luta contra a pobreza afirmou durante o programa espaço público da TPA que não se pode dar dinheiro aos municípios cujo Administradores eram incapazes de gerir verbas, pelo que tinham de ser capacitados primeiro; adiantando que foi a razão de mudanças registadas em alguns municípios que viram seus administradores afastados do cargo mais alto a nível local.

 

Dessa afirmação, por mais boa for a ideia ou intensão, está longe de convencer qualquer pessoa atenta e interessada em ver e viver o sucesso desse programa,porque não se esclareceu o destino a tomar a fátia em dinheiro que tinha de beneficiar esse municipio de administrador incapaz, ou se poderá rebuscar o somatório de verbas acumuladas no tempo em que o administrador beneficiava de uma ou de mais sessões de capacitação, afim de corresponder na execussão do plano, segundo programado no combate a pobreza, para o território que este administra.

 

A seguir a essa polêmica de ideia, vém o interrogatório sobre a não optar por recrutar um gestor mediante concurso público para auxiliar o administrador municipal nas tarefas da gestão financeira afim de impedir que o tempo pela materialização de planos adiem a felicidade do povo alvo ? Certamente nesta posição que podemos começar a desconfiar de que o programa nacional de combate a pobreza ter sido elaborado com base a um diagnóstico inseguro, e que sua implementação não mereceu um estudo sério, municiosamente aturado ou fundamentado.

 

É coisa de alertar que a nomeação de novos administradores em substituição de antigos é plausível, como também o afastamento de antigos administradores sem uma outra colocação na administração do município não solução plausível, atndendo a carência de quadros sobretudo em zonas rurais, face ao desafio que se nos apresenta- < Eradicação da Fome e pobreza > condicionado com a implementação do programa concebido. Aliás, o executivo e o povo em geral sabem que muitos os jovens não aceitam ir trabalhar em zonas rurais, alegando falta de condições ! Condições minímas essas, que devem ser criadas pelo o estado, mas infelizmente,pelo pronunciamento da Senhora Rosa Pacavira, membro da comissão, o público ficou esclarecido: < ELES PRÓPRIOS, QUE CRIEM AS CONDIÇÕES ! >

 

No caso do municipio de Damba, a reflexão não vai muito longe assim, já que muitas questões acima retratadas tem a ver com a realidade vivida ou que se vive actualmente nessa parcela que constituí um dos 163 municipios da República de Angola,sendo degradação resulta do comportamento do executivo desde 2002 ( Periodo de paz ) a começar por :

 

1º O afastamento do cargo de administrador do municipio, o senhor Sebastião Muanza, ter sido substituido pela Senhora Maria Kavungo, ex- administradora de Kitexe.

 

Ora, o povo de Damba não tem a verdadeira informação sobre as razões que levaram a susbtituição do então administrador do Município; se é por razões invocadas pela Rosa Pacavira quando faz referencia a incapacidade de gestão do dinheiro público ou outras....mas sabe que a nova administradora, na sua missão tem como prioridades a energia electrica e a água potável para o municipio, para além de outras surpresas; isto é de acordo o discurso de sua excelencia Paulo Pombolo, Governador da província do Uige, no dia da nomeação, ocorrido na capital desta província-

 

Mas, o programa de combate a pobreza oferece muito mais, para além das prioridades da nova admministradora. A saber que o programa de água para todos já vinha ser executado e tinha de abranger todas localidades angolana; a energia idem, até foi feito menção pela sua excelencia Vieira Lopes, ministra da energia, quando a sua visita ao Municipio de Maquela do Zombo, altura da inauguração da estação de transformação da energia, da qual na altura beneficiou qualquer coisa como 250 residencia apenas, a mesma afirmou no seu discurso que Damba seria contemplado. Infelizmente até hoje, ainda não notícia sobre qual, trabalhos de ligação electrica para residências, ou seja central de transformação de energia de Capanda a ser construido.

 

Outros programas do executivo, como o de um milhão de casas, Damba não sabe quantas casas tem direito, das mais de quatro centenas de pontes construidas, Damba beneficiou apenas uma, e das mais baratas que por vergonha, não mereceu uma festa inaugural, muitas localidades continuam sem centros e postos medicos, não há casas para funcionários públicos, não há bancos para transacção financeiras, não tem centros sociais nem de formação nem mesmo uma creche, a telecomunicação continua pessima e só uma novidade que recebemos: A VIA ESTÁ SENDO ASFALTADA e os  trabalhos estão andando a bom ritmo. Muitas e muitas dificuldades que o municipio tem, precisa de atenção do estado e de suas populações residentes e naturais. Não se sabe a que pé está o mercado municipal em construção, pesa embora muito mundambas suspeitar que o terreno terá sido vendido à um deconhecido etc...

 

Nessa abordagem a questão é de saber se a nossa mama Maria Kavungo foi achada capaz de gerir o dinheiro, vai ou tem recebida verba ? O que já se fez, como se fez, se está sendo feita, de aonde para aonde ? Quanto dinheiro tem recebido e como está sendo gasto etc...Porque torna-se extremamente preocupante e triste, que povo de um municipio inteiro seja privado de direito a verba só e porque o administrador é incompetente.Senão, a verdade diga-se que não vai executar nada do que pretende demonstrar a cerca das prioridades; e também não devemos confundir esses programas com o programa de combate a pobreza que tem um fundo próprio ! Twa zibula o meso, twa mona.

 

A avaliação do programa de combate a Pobreza em Angola será feita a partir de Damba; a saber sem Damba, Uige não é Província do Uige; e Sem a província do uige, Angola não é a República de Angola; logo, sem Damba, Angola não é República de Angola.

 

Vamos desenvolver Damba ! - Pense nele, uma ou mais vezes por Dia ! Nele está o poder de Angola

 

DAMBA DIA KONGO DIA NTOTILA    

Publié dans Politica

Commenter cet article