DAMBA poderá ser mais uma vez injustiçado no programa de combate a Pobreza

Publié le par LUVUVAMO YALA DAMBA

185A presença da Sua Excelencia Rosa Pacavira, da comissão Nacional de luta contra a pobreza, no programa " ESPAÇO LIVRE " da TPA- Televisão Pública de Angola, permitiu a que se retirasse o sonho pela a esperança de ver um dia, Damba respirar a justiça pela repartição da renda nacional ou ser contemplado condignamente nos programas de reconstrução e projecção de desenvolvimento, ou de criação de minimas condições para que investidores seja de qual nacionalidade venham a se interessar naquela parcela do território constante entre os 163 municipios de angola.

 

Pesa embora o programa ser de índolo propagandístico a favor do partido reinante, interessava acompanhar afim de se obter certa luz de como o país pode ou não a vir a melhorar, ultrapassando as assimetrias regionais das que muitas localidades e povos vem sendo vitíma desde a independência do País .

 

 A bem verdade, estamos diante de uma oportunidade que de acordo a lógica de uma repartição desigual, contrário ao que se pensava ( equilibrada), podesse alterar, ainda que pelicular, o estado de um municipio rejeitado, esquecido, ou mesmo posto a parte, por segundo o regime, não constituí prioridade por ser incapaz de produzir retornos dos fundos a investir. Sim, não constituí prioridade, toda a província do Uige, senão vejamos:

 

A senhora começou por classificar os municipios em grupo A e grupo B; no caso do Uige, não soubemos quantos municipios constam no grupo A e qual é grupo onde encontramos o Damba. Trata-se de um programa que visa sobretudo acudir o país na erradicação da pobreza..

 

O momento mais atraente foi quando disse : < Os municipios cujo administradores são incapazes de gerir verbas, não se pode lhe dar o dinheiro, terá de ser capacitado primeiro >sic e depois .....focou nas merendas escolares, adiantando de que foram orientados a construção de cantinas, nas escolas das zonas rurais onde as crianças dessas zonas serão alimentadas com base a produtos locais. Acho perfeitamente ser essa a ideia que reproduziu as frases que soaram tão rapida que não pude copiar tim-tim por tim-tim. Essa é a parte que cabe as zonas rurais, para além de outras revelações quanto ao plano estratégico para municipios e Comunas cujo forma de apresentação confirmava estarmos numa campanha eleitoral na TPA, que terminou a acusação contra jovens e naturais que não gostam de irem trabalhar nas suas terras ou províncias.Será cada um ( angolano deve cuidar da sua própria terra natal ? )

 

 Essa posição da ministra encontrou uma justificação da parte do Jornalista Mario Vaz Dias, que corajosamente atirou: <DIZEM QUE NÃO HÁ CONDIÇÕES > e a resposta não tardou de sair da boca da sua Excelencia,  com as seguintes palavras:< Que criem as condições ! Eles próprios devem criar as condições >sic

 

Essa foi a resposta que transmitiu o desespero para o sucesso desse programa do governo de combate contra a fome e pobreza à nivel nacional, algo que estranha a quém minimamente conhece o país; e para o mundamba, enquadra-se na lição dada pelos pais, em proverbio: DI KA MUENE KO E NKOMBO, NGULU ZE DIO - Traduzido: O que o cabrito não entendeu, o Porco já conhecia! È que isto ? Comichão provocada por BITACANHAS.

 

A análise a esses poucos apanhados nos afasta da confiança de beneficiarmos algo decorrente desse programa pelo seguinte:

 

1º A injustiça começou logo no princípio quando elaboraram o presente programa, alegando de que foram ouvidos pessoas até nas aldeias mais recuadas, em locais onde muitas as vezes tinham de usar helicópteros, por dificuldades de transito. Até a certo ponto, essa afirmação ajuda a entender de que não obstante as realizações do governo quanto a construção de estradas e pontes, muitas localidades em angola ainda está longe de estar ligado ao resto do país; e destas localidades, não exclui Damba,e da maioria das localidades da província do Uige. 

 

2º A classificação de municipios em tipo A e tipo B, também prejuidica os municipios e localidades que raramente ou nunca tinham beneficiados acções dentre os programas de desenvolvimentos, mais especificamente na intensão da criação de condições que permite estancar o êxodo rural. deste caso também, Damba não está fora;

 

3º Muitas perguntas colocadas por e mail : espaçopublico@tpa.ao, não foram lidas nem respondidas, como provas flagrantes sobre indicio de falta de vontade pela transparência na execussão desse programa, pelo que segue:

 

a) MERENDA ESCLARES - Porque os produtos são perecíveis de modo a que não dá para serem distribuidos as zonas mais recuadas, ordenou-se construir cantinas nas escolas das zonas rurais onde os alunos serão alimentados com produtos locais ( certamente com a contribuição próprios  camponês, mães e parentes dos alunos ), enquanto que as crianças das zonas Urbanas terão sempre os Yougurts e sanduiches e bolachas, pagos pelo governo ? Onde está a parte do programa que beneficie os alunos em termos de merendas, a construção de cantinas ? espero esclarecimento 

 

Mamona mbua, ma fuila ku mbundu; mas aqui, é porque atribuiu-se a responsabilidade de fiscalização ao povo, não vamos dizer a mesma coisa; mas vamos dizer, Ma mona na Ndamba ka ma lendi fuila ku mbundu ko !

 

SEM DAMBA, UIGE NÃO É PROVÍNCIA DO UIGE e SEM A PROVÍNCIA do UIGE, ANGOLA nâo é REPÚBLICA DE ANGOLA; logo, SEM DAMBA, ANGOLA `não é REPÚBLICA DE ANGOLA.

 

DAMBA PRECISA DE TI ! PENSE POR ELE, PARTICIPE E COMPARTICIPE NO DESENVOLVIMENTO DO TEU MUNICIPIO !

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Kanjake Boavida 19/10/2011 00:17



Il faut metre ça en portugais...


 


Caros companheiros,


É hora de distribuir a Libertação Social. Há tanta matéria para isso...


Chers camarades,


C'est l'heure de faire la distribuition dela " Libertation Social"



LUVUVAMO YALA DAMBA 30/10/2011 02:40


Obrigado meu irmão. Boa visão